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OS MEDOS QUE NOS BLOQUEIAM

Os nossos maiores medos:

- Medo da mudança;
- Medo de perderes o controlo;
- Medo de arriscar;
- Medo da Insegurança;
- Medo da Incerteza;
- Medo da provação material;
- Medo de avançar e encarar o futuro.

O nosso perfeccionismo, o excesso de controlo e de auto-controlo, e o medo de errar criam em nós uma necessidade de sermos mais flexíveis, tolerantes e menos rígidos connosco próprios.

Devemos procurar perdoar-nos e libertarmo-nos desse peso que carregamos, muitas vezes, sobre acontecimentos sobre os quais não tivemos a mínima responsabilidade, ou sobre os quais agimos de acordo com a nossa conciência da altura.

Neste momento é muito importante que afirmemos a nossa Verdade, que siguemos a Vontade da nossa Essência, que acreditemos em nós e em todo o nosso potencial, que não nos auto-limitemos, que não resistemos mais, que respeitemos aquilo que sentimos, procurando ser mais assertivos e procurando expressar mais livremente as nossas emoções e opiniões.

Todos nós estamos "condenados" a evoluir, pela dor ou pela consciência (percebendo os sinais da vida, percebendo o que a vida nos pede e fluindo com ela - ao sentirmos os ventos da mudança, não devemos esperar a tempestade...).

Mas na verdade, acabamos sempre por evoluir, com mais ou menos perda, com mais ou menos sofrimento...

Outra coisa que é necessário termos consciência, é que nesta experiência da matéria, na experiência da dualidade, o coração vai doer-nos muitas vezes, vamos magoar-nos e tudo isso é positivo.

Isto é a dor / a tristeza é alquímica. Significa que estamos em contacto com as nossas emoções, só precisamos de deixar de fugir delas (tal como não fugimos da alegria), percebermos qual a sua origem e chorá-la...

Ao nos conectarmos profundamente com as nossas emoções (boas e menos agradáveis), vamos tornando-nos seres mais emotivos e passamos a vibrar em consonância com a nossa Essência e com a nossa Alma.

Quanto menos resistirmos a sentir, mais as emoções "densas" deixam de ter controlo sobre nós e sobre as nossas decisões.

O segredo está em deixarmos de criar expectativas em relação aos outros.
Isto é: há pessoas que nos são chegadas, de quem gostamos ou que sentimos determinada afinidade.
Mas pensemos assim: tal como nenhum de nós é perfeito, conhecemos as nossas limitações e sabemos que podemos errar a qualquer momento, os outros também, por mais que gostemos deles.

Devemos perguntar-nos o que nos levou muitas vezes a "servir" e "dar algo" aos outros.
Isto é: claro que foi com boa intenção e porque gostamos deles.
Mas devemos ir mais longe: Muitas vezes nas nossas vidas fomos prestáveis e solícitos, querendo agradar os outros, porque transportamos uma grande ferida de rejeição (que esconde uma grande culpa).
A culpa (muitas vezes inconsciente e kármica) faz com que tenhamos dificuldade em gostar de nós porque não nos perdoamos, então precisamos que os outros nos aceitem, na ilusão de que se assim for, iremos finalmente gostar de nós...

Quando somos muito solícitos, agradáveis e prestáveis, muitas vezes estamos inconscientemente a pedir aquelas pessoas que nos perdoem (muitas vezes de actos kármicos de vidas anteriores, dos quais não temos consciência), e pensamos que se assim agirmos, nunca iremos ser rejeitados por aquela(s) pessoa(s).

O problema está quando o fazemos e depositamos expectativas no retorno por parte dessas mesmas pessoas...
Acabamos por nos desiludir com essas pessoas, porque geralmente a pessoa não corresponde tal como esperávamos, e muitas vezes, mais cedo ou mais tarde acaba por nos rejeitar, e se focarmos focados no exterior, vamos ficar a achar que essa pessoa foi uma ingrata.

A resposta está no móbil da acção: isto é: perguntemos a nós próprios o que nos levou a "servir" essas pessoas.

Fizemos só porque sim, porque sentimos vontade, independentemente do retorno, ou muitas vezes, mesmo sem vontade, "servimos", só pelo medo do que podesse acontecer se não o fizessemos (por ex: sermos rejeitados por essas pessoas).

Todos nós aprendemos estas lição e a resposta é: façam apenas aquilo que sintam vontade e que considerem justo, e que é da vossa responsabilidade.
Se não têm vontade, nem é da vossa responsabilidade, ousem ser quem são, e dizer não, insistam, e vão ver como é libertador.

No fundo essas pessoas estão (mesmo que inconscientemente) a servir de espelhos para nós, para que ganhemos consciência da nossa ferida de rejeição, para que a possamod ir trabalhando.
Tudo aquilo que atraímos do exterior e que nos magoa, corresponde à crença que temos sobre nós próprios.

Somos nós que não nos perdoamos, somos nós que nos rejeitamos, somos nós que não nos achamos merecedores.

Quando começarmos a empenhar-nos verdadeiramente no nosso processo e tomarmos consciência dos seres absolutamente luminosos que somos, começaremos a gostar mais de nós próprios, a nos valorizar, a não tolerar mais certas frases, nem comportamentos dos outros para connosco, essa luz vai começar a emanar para o exterior, os outros vão começar a respeitar-nos mais e vamos também atraindo cada vez uma maior número de pessoas que nos respeitam e nos compreendem!




Autor deste artigo: Luís Pereira

CARACTERÍSTICAS DO HOMEM CAPRICORNIANO


É um homem que precisa sempre de se sentir seguro, emocionalmente e financeiramente. Estão sempre em busca de uma promoção e destacam-se bastante na sua profissão ou ofício. Para ele, ter sucesso no trabalho e ter uma boa vida é extremamente importante. O escritório é a sua segunda casa.
 
Não é um homem fácil de conquistar, já que a sua mente receosa coloca-lhe muitos entraves. A um nível amoroso, tendem a procurar pessoas que sejam práticas, decididas e com visão do futuro.

Não espere dele o reconhecimento dos seus elogios ou que seja complacente em expressar o amor com palavras.

Leva muito tempo para se decidir, para ser objectivo, para tomar uma atitude - e é moroso na corte. Como qualidades positivas, refiro que o homem de Capricórnio pode ser bondoso e compreensivo, tem muitas virtudes, mas precisa de um apoio moral de vez em quando para tirá-lo das preocupações mundanas.

Ele quer que a sua conquista amorosa seja inteligente e leal, pois é essa a opinião que ele tem de si próprio. Ele pode ser muito cauteloso com o dinheiro (sovina), ter opiniões conservadoras e sério (imperdoável). Mas, atenção...são apenas uma minoria. Não se encontram muitos homens capricornianos assim tão desagradáveis.

O capricorniano é um arquitecto da vida. Ele percebe a maneira de construir, de erigir o futuro, de criar coisas sólidas e valiosas.

Interessa-se moderadamente por sexo, mas alimenta interiormente um desejo de ser um Don Juan, preferindo as subtilezas de um romance passageiro intelectual, um duelo de espíritos, antes de começar a sua "caçada".

Tem ideias firmes quanto à pessoa que deseja e é capaz de reconhecer com um olhar as qualidades que procura. 

Parecem seres frios, pois em público não parecem muito calorosos, mas na intimidade, no conforto do seu lar, o capricorniano é um mar de ternura com a pessoa que ama.

Ele é o homem que se apaixona à primeira vista, embora raramente admita que aja assim, porque nem sempre é capaz de acreditar na sua sorte (é muito pessimista).

Ninguém deve jamais subestimar um homem capricorniano.

Os signos mais compatíveis com os homens de Capricórnio são: Carneiro, Touro, Caranguejo e Escorpião.

COMO PODE ALGUÉM QUE ME MAGOA, SER UM MESTRE PARA MIM?


Na verdade somos todos mestres uns dos outros, isto é, aprendemos permanentemente uns com os outros.Nem sempre os outros têm consciência que estão a ajudar-nos no nosso aprendizado e vice-versa.~

Muitas vezes, as outras pessoas dizem-nos palavras e fazem coisas, com o intuito expresso de nos magoar, e não têm obviamente a mínima consciência de que nos poderão estar a ajudar. No entanto, e uma vez que nada acontece por acaso, e somos espelhos uns dos outros, quando atraímos alguém que nos magoa, significa que essa pessoa tocou-nos naquilo que vulgarmente chamamos de "ponto fraco".
Isto é: aquilo que o outro diz sobre nós com intuito prejurativo não é necessariamente verdade, mas corresponde à nossa crença sobre nós próprios.

Por exemplo: quando temos uma grande ferida de rejeição, atraímos recorrentemente pessoas e situações que nos fazem tocar - sentir - essa ferida, apenas para percepcionarmos as nossas feridas emocionais, das quais nos necessitamos libertar, com um intuíto evolutivo.

Quando percebermos isso - percebermos que não atraímos ninguém na nossa vida por acaso, e que nos atraímos, para espelhar as feridas emocionais mútuas e ajudarmo-nos mutuamente a superá-las - então aí podemos dizer que estamos a ser mestres ou professores uns dos outros, na medida em que percepcionamos o que a vida nos está a pedir em cada momento em termos de trabalho emocional.

Caso contrário, quando não percebemos a lógica da vida, a tendência da generalidade das pessoas é limitar-se a vitimizar-se, a ficar revoltada, ressentida com o outro, porque o outro é "injusto" e lhe fez "mal".

E neste caso, não se pode dizer que o outro está a ser mestre ou professor (mesmo que inconscientemente), apenas que estamos a desperdiçar oportunidades evolutivas e não estamos a saber interpretar os sinais e os desafios em termos evolutivos que a vida nos está a colocar a cada momento em termos relacionais e emocionais.

Por isso: Sim! Se você percepcionar as lições, a pessoa que o magoou , pode ser um mestre/professor para si, e vice-versa: e você acaba por ser um professor para ela, por exemplo: ao incentivá-la (mesmo que inconscientemente) a expressar as suas emoções e deixar de as reprimir tanto.

Nada é por acaso. Quando vocês combinaram reencontrar-se, sabiam quais os desafios emocionais de cada um para esta vida, e de que modo se poderiam ajudar mutuamente com o intuíto evolutivo.

E obviamente, que tocarmos nas feridas uns dos outros, não é uma experiência agradável, mas se percebermos a lógica da vida, cada vez que acontece (e é cíclico até percebermos) é mais uma oportunidade que a vida nos dá para superarmos mais uma insegurança, medo, trauma, etc...